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Desminagem Humanitária na Colômbia concorre a prémio

Desminagem Humanitária na Colômbia concorre a prémio

Compete ao Grupo Interamericano de Acompanhamento da Desminagem Humanitária na Colômbia (GMI-CO), missão da Junta Interamericana de Defesa (JID) em apoio ao Programa de Ação Integral contra Minas Antipessoal da Organização dos Estados Americanos (OEA). pelo tradicional prêmio “Faça a Diferença”, na categoria Mundo, concedido anualmente pelo jornal brasileiro “O Globo”.

A nomeação reflete o reconhecimento dos governos, da academia, da imprensa, de organizações privadas e de entidades civis, em todo o mundo, pelo valioso trabalho realizado durante os últimos 30 anos, em direção ao nobre propósito de eliminar o flagelo das minas antipessoal do hemisfério americano. , dispositivos que afetam indiscriminadamente pessoas inocentes, destroem economias e comprometem vidas.

A JID apoia a desminagem humanitária na América Latina desde 1993, com militares da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Peru, Trinidad-Tobago, Venezuela e Uruguai.

Esse apoio, sempre em conjunto com os programas da OEA, começou com a Missão de Assistência à Remoção de Minas na América Central, que funcionou de 1993 a 2010 na Costa Rica, Guatemala, Honduras e Nicarágua, além de prestar assessoria técnica ao Suriname. De 2002 a 2013, a Missão Sul-Americana de Assistência à Remoção de Minas operou no Equador e no Peru. Na Colômbia, a JID opera desde 2006, com o Grupo de Monitores Interamericanos, e desde 2015, com o Grupo de Assessores Técnicos Interamericanos. Assim, durante os últimos dezoito anos, o GMI-CO tem apoiado os esforços das autoridades colombianas para reduzir os efeitos das minas antipessoal e dos dispositivos improvisados, que penalizaram a população do país durante cerca de seis décadas.

Os resultados alcançados representam um forte incentivo para aqueles que se dedicam a esta difícil mas essencial actividade humanitária: entre 2006 e 2023, o número anual de vítimas causadas por minas terrestres, incluindo mortos e feridos, caiu de 2.200 para 166, enquanto a Colômbia deixou a segunda posição no ranking. no ranking dos países com mais minas terrestres no mundo (atrás apenas do Afeganistão), passando para o nono lugar. Da mesma forma, a proporção de municípios colombianos livres de minas praticamente duplicou, atingindo 80% do total. Graças ao apoio do GMI-CO, o país conta atualmente com aproximadamente 8.700 militares e civis qualificados para ação contra minas.

Estamos todos extremamente orgulhosos de fazer parte dessa luta e dessa linda história!

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