Este documento foi desenvolvido com a colaboração da Junta Interamericana de Defesa; a Organização dos Estados Americanos (OEA), por meio de seu Comitê Interamericano contra o Terrorismo; o Instituto das Nações Unidas para Pesquisa sobre Desarmamento (UNIDIR) e a Universidade Mayor do Chile; usando múltiplas fontes e referências nas áreas de defesa cibernética, inteligência artificial e segurança.
As informações aqui contidas são baseadas em pesquisas e dados fornecidos por centros de pesquisa, documentos estratégicos e diretrizes nacionais e internacionais, e têm como objetivo servir de guia para tomadores de decisão no setor de defesa. Essa abordagem garante uma visão abrangente e atualizada que permite a identificação de oportunidades e desafios no uso de tecnologias emergentes para defesa cibernética. É importante observar que o uso de inteligência artificial (IA) e outras tecnologias emergentes deve ser apoiado por uma estratégia clara e uma compreensão profunda dos potenciais impactos na segurança nacional e global.
Este documento serve como referência para os responsáveis pelo planejamento estratégico em defesa cibernética, fornecendo diretrizes sobre como gerenciar tecnologias emergentes de forma ética, legal e operacional. Ao abordar benefícios e riscos, este documento busca fornecer uma visão geral abrangente que permite que líderes de segurança cibernética e defesa tomem decisões informadas. A implementação dessas tecnologias deve estar alinhada a políticas sólidas que incluam princípios éticos e estruturas legais que orientem sua implantação e uso.
A Junta Interamericana de Defesa (JID) é uma instituição da Organização dos Estados Americanos (OEA) que promove a cooperação em segurança e defesa entre os países das Américas, facilitando o diálogo e a colaboração em questões militares e civis.